Quando encontramos uma questão que vai mudar nossa jeito de ser em alguma área da nossa vida, ficamos nos questionando como faremos isso ou se não vamos fazer e, quando decidimos há uma ruptura naquela área da vida, isso a psicologia explica claramente. Quando há uma situação que enamorados de Deus temos que decidir se vamos para a direita ou para esquerda e decidirmos pelo nosso estilo de vida fazemos uma ruptura nesse enamorar divino e passamos a viver segundo nossas convicções e passamos a andar em círculos até darmos conta que o melhor a ser feito era ter tomado a outra decisão. terça-feira, 18 de maio de 2010
RUPTURA
Quando encontramos uma questão que vai mudar nossa jeito de ser em alguma área da nossa vida, ficamos nos questionando como faremos isso ou se não vamos fazer e, quando decidimos há uma ruptura naquela área da vida, isso a psicologia explica claramente. Quando há uma situação que enamorados de Deus temos que decidir se vamos para a direita ou para esquerda e decidirmos pelo nosso estilo de vida fazemos uma ruptura nesse enamorar divino e passamos a viver segundo nossas convicções e passamos a andar em círculos até darmos conta que o melhor a ser feito era ter tomado a outra decisão. quarta-feira, 12 de maio de 2010
Raízes
“Fica mais um pouco, é muito bom a sua presença entre nós.”, foi o que ouvi de uma conhecida em um grupo de conhecidos na internet e realmente o papo estava bom, falávamos de diversas coisas, riamos, nos descontraíamos... realmente foi muito bom. No dia seguinte foi a mesma coisa, e no outro, no outro, etc.
Sites de bate papo, não importa o gênero e suas novidades são sempre a mesma coisa: reunião de pessoas fazendo diversas coisas que se gostarmos fincaríamos raízes que d
ependendo do grau de importância que damos não sairemos jamais da frente da tela do computador.
Fincar raízes é isso: fazer algo ou criar um ambiente para você viver sempre e até com uma certa dependência dessa coisa. Vejamos:
“Consegui um belo emprego, vou querer fincar raiz aqui.”
“Essa terra é boa, vou fazer de tudo para morar por aqui.”
“Que pessoa bacana, seria ótimo tê-la como amigo(a).”
“Que pessoa maravilhosa, me conquistou o coração.”
“É esse o curso que quero fazer.”
Desses exemplos, como é fácil perceber das coisas rotineiras e boas em si próprias e até mesmo o exemplo do bate-papo como facilmente fincamos raízes. Mas não tão fácil podemos encontrar um probleminha no meio disso tudo: ao “fincar” raízes estamos sujeitos a entrar em um vício que, n
ão identificado e excluído de nossa vida desde o início entraremos em uma verdadeira plantação de engano e pecado que sufocará nossa felicidade em Deus. 
Enquanto
vivemos no mundo não podemos ficar sem trabalho e tentações.(1)
Em cada coisa que fazemos somos tentados a sermos desobedientes naquilo que nos propomos a fazer, desde um simples acordar cedo para resolver os problemas do dia a dia até ao ponto de desobedecermos a Deus nas maiores atrocidades que minha mente não alcança em pensar.
Ninguém há tão santo e tão perfeito, que não tenha algumas vezes tentações, e não podemos viver sem elas(2)
Jesus Cristo nos ensina na bela parábola do joio e do trigo(3) que teremos sempre tentações desde nossas raízes, assim como aconteceu com Adão e Eva(4) e da mesma maneira acontecerá conosco, porém existe uma maneira de identificarmos onde está o erro no meio das coisas boas que fazemos ou criamos; não estou ditando regras ou fornecendo uma “receita”, o que escreverei é simplesmente aquilo que Nosso Senhor Nos ensina e sua tradição também.
Mas, não é fugindo que podemos vencê-las, porém, é com paciência e verdadeira humildade que nos fazemos mais fortes que todos os nossos inimigos(5).
Sim, em nossas
vidas e trabalhos encontramos as tentações, o sedutor que nos quer levar para o mal caminho que só pode ser expulso através de jejum e oração(6).
Não vamos fugir de nossas responsabilidades, mas quando fincarmos nossas raízes vejamos desde o início o que nos leva a Deus ou não, só assim poderemos viver uma vida mais feliz e cheia de realizações.

Oh! São José, esposo de Maria Mãe de Deus e pai adotivo de Jesus Cristo Nosso Senhor e Salvador, concede-nos a graça de uma boa organização de nossas mentes, para tudo ordenar-mos para o amor. Vós que fostes carpinteiro, ajuda-nos a enfrentarmos com coragem o dia-a-dia, a concluirmos tudo aquilo que planejamos de bom e a saber a hora certa de arrancar os joios que foram ardilosamente semeados pelo demônio. Que possamos ouvir sempre a Deus e a colocar em prática tudo aquilo que ouvimos de tão bom Senhor Deus dos exércitos. Amém!
(1) Cf. Imitação de Cristo(CAP XIII, I P.01) Ed. Ave Maria
(2) Cf. Imitação de Cristo(CAP XIII, I P.04) Ed. Ave Maria
(3) Cf. Evan
gelho segundo Mateus (13, 24-30)
(4) Cf. Livro do Gênesis(3, 01-07)
(5) Cf. Imitação de Cristo(CAP XIII, III P.04) Ed. Ave Maria
(6) Cf. Evangelho segundo Mateus (17, 20)
terça-feira, 4 de maio de 2010
Ave Maria De um protestante

quinta-feira, 1 de abril de 2010
Quinta Feira Santa - Lava Pés

Lava-pés
O Senhor convida-nos a imitar a sua humildade, a confiar-nos a ela
Deus ama a sua criatura, o homem; ama-o também na sua queda e não o abandona a si mesmo. Ele ama até ao fim. Vai até ao fim com o seu amor, até ao extremo: desce da sua glória divina. Depõe as vestes da sua glória divina e reveste-se com as do servo. Desce até à extrema baixeza da nossa queda. Ajoelha-se diante de nós e presta-nos o serviço do servo; lava os nossos pés sujos, para que possamos ser admitidos à mesa de Deus, para que nos tornemos dignos de nos sentarmos à sua mesa o que, por nós mesmos, nunca podemos nem devemos fazer.
Deus não é um Deus distante, demasiado distante e grande para se ocupar das nossas insignificâncias. Deus desce e torna-se escravo, lava-nos os pés para que possamos estar na sua mesa. Exprime-se nisto todo o mistério de Jesus Cristo. Nisto se torna visível o que significa redenção. O banho no qual nos lava é o seu amor pronto para enfrentar a morte. Só o amor tem aquela força purificadora que nos tira a nossa impureza e nos eleva às alturas de Deus.
Ele é continuamente este amor que nos lava; nos sacramentos da purificação o batismo e o sacramento da penitência Ele está continuamente ajoelhado diante dos nossos pés e presta-nos o serviço do servo, o serviço da purificação, torna-nos capazes de Deus. O seu amor é inexaurível, vai verdadeiramente até ao fim.
"Vós estais limpos, mas não todos", diz o Senhor (Jo 13, 10).
Nesta frase revela-se o grande dom da purificação que Ele nos faz, porque deseja estar à mesa juntamente conosco, deseja tornar-se o nosso alimento. "Mas não todos" existe o obscuro mistério da recusa, que com a vicissitude de Judas nos torna presentes e, precisamente na Quinta-Feira Santa, no dia em que Jesus faz a oferenda de Si, nos deve fazer refletir. O amor do Senhor não conhece limites, mas o homem pode pôr-lhe um limite.
"Vós estais limpos, mas não todos": o que é que torna o homem impuro? É a recusa do amor, o não querer ser amado, o não amar. É a soberba que julga não precisar de purificação alguma, que se fecha à bondade salvífica de Deus. É a soberba que não quer confessar nem reconhecer que precisamos de purificação.
Em Judas vemos a natureza desta recusa ainda mais claramente. Ele avalia Jesus segundo as categorias do poder e do sucesso: para ele só o poder e o sucesso são realidades, o amor não conta. E ele é ávido: o dinheiro é mais importante do que a comunhão com Jesus, mais importante do que Deus e o seu amor. E assim torna-se também mentiroso, ambíguo e vira as costas à verdade; quem vive na mentira perde o sentido da verdade suprema, de Deus. Desta forma ele endurece-se, torna-se incapaz da conversão, da volta confiante do filho pródigo, e deita fora a vida destruída.
"Vós estais limpos, mas não todos". Hoje, o Senhor admoesta-nos perante aquela auto-suficiência que põe um limite ao seu amor ilimitado. Convida-nos a imitar a sua humildade, a confiar-nos a ela, a deixar-nos "contagiar" por ela. Convida-nos por muito desorientados que nos possamos sentir a voltar para casa e a permitir que a sua bondade purificadora nos reanime e nos faça entrar na comunhão da mesa com Ele, com o próprio Deus.
O Senhor limpa-nos da nossa indignidade com a força purificadora da sua bondade. Lavar os pés uns aos outros significa sobretudo perdoar-nos incansavelmente uns aos outros, recomeçar sempre de novo juntos, mesmo que possa parecer inútil. Significa purificar-nos uns aos outros suportando-nos mutuamente e aceitando ser suportados pelos outros; purificar-nos uns aos outros doando-nos reciprocamente a força santificadora da Palavra de Deus e introduzindo-nos no Sacramento do amor divino.
O Senhor purifica-nos e, por isso, ousamos aceder à sua mesa. Peçamos-lhe que conceda a todos nós a graça de podermos ser, um dia e para sempre, hóspedes do eterno banquete nupcial.
Amém!
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Papa Bento XVI
sábado, 27 de março de 2010
Convite para a Conversão
Na pregação da Igreja este apelo é feito em primeiro lugar aos que ainda não conhecem a Cristo e seu Evangelho. Além disso, o Batismo é o principal lugar da primeira e fundamenta conversão. É pela fé na Boa Nova e pelo Batismo que se renuncia ao mal e se adquire a salvação, isto é, a remissão de todos os pecados e o dom da nova vida. (CIC 1427)
segunda-feira, 22 de março de 2010
Hagiografia: 21 de Março São Nicolau de Flue, Confessor (+ Suíça, 1487)
São Nicolau de Flue,
Confessor (+ Suíça, 1487)
É o santo mais popular e conhecido da Suíça. Foi casado e teve dez filhos, um dos quais chegou a ser presidente da Confederação Helvética. Participou de uma expedição militar, lutando com a espada numa mão e o terço na outra e teve intensa participação na vida política de seu país. Chegou a recusar a chefia de Estado, que lhe foi oferecida. Tinha 50 anos quando, com o consentimento da esposa, passou a viver isolado, como contemplativo.Durante 20 anos, por um milagre espantoso, não tomou nenhum alimento que não fosse o Santíssimo Sacramento. Mesmo no recolhimento, não perdeu o interesse pela situação política de sua terra. Certa ocasião em que estava para se romper a unidade da Suíça, redigiu pessoalmente um projeto de constituição e conseguiu convencer as autoridades a manterem a unidade nacional. É por issoconsiderado o Pai de sua Pátria.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Hagiografia: 19 de Março - São José (+ séc. I)
São José (+ séc. I)
Príncipe da Casa Real de Davi e ao mesmo tempo humilde carpinteiro, é difícil se poder avaliar a grandeza de sua missão. É considerado o Patrono da Boa Morte porque morreu assistido pela Santíssima Virgem, sua Esposa, e pelo próprio Homem-Deus, de quem era pai adotivo. Foi também declarado Patrono da Santa Igreja